domingo, 27 de março de 2011

DINÂMICAS NA CATEQUESE

Oficina
Assessoria: equipe da pastoral vocacional Paulinas

Público-alvo:
catequistas, coordenadores animadores de grupos de crianças e jovens e interessados.

Data:
2 (sábado)
Horário:
das 8h30 às 12h
Taxa:
R$ 5,00
Informações e Inscrições:
Paulinas Livraria
Av. Afonso Pena, 2.142 – Funcionários
Tel.: (31) 3269-3700
Rua Curitiba, 870 – Cenrtro
Tel.: (31) 3224-2832
mailto:eventosbh@paulinas.com.br

AGRADECIMENTO

Hoje, tivemos um encontro para formação continuada de catequistas da Paróquia Santíssimo Sacramento.
Quero registrar aqui o agradecimento a todas as pessoas que contribuíram para que acontecesse.
O encontro foi maravilhoso. Tivemos a oportunidade de contemplar quão maravilhosas são as obras do Senhor na nossa vida, e quão maravilhoso é se chamado a ser CATEQUISTA.
A acolhida feita pelos catequistas da comunidade São Pedro foi calorosa e carinhosa. O ambiente preparado com zelo e cuidado. A oração inicial nos introduziu em um momento de interiorização e encontro com Deus, seguimos para a Leitura Orante da Bíblia (Samuel 3, 1-11 e 2Corintios 4,1-2). A leitura orante da Palavra de Deus é importante para que o catequista faça experiencia e encontro com Deus, escuta da Palavra e confronto com a realidade. Encontramos respostas, perguntas, certezas, e quantas coisas boas foram partilhadas.... foi dificil para alguns em especial estar ali, mas o Senhor os carregou no colo e providenciou tudo para que desse certo.
Em um segundo momento, refletimos sobre o Perfil do Catequista (segundo o DNC e as Diretrizes do Processo Catequético na Arquidiocese de Belo Horizonte).
Ser catequista é atender ao chamado e exige estar sempre em busca, ser discípulo de Jesus Cristo, cultivar com alegria a vocação, buscar continuamente a formação.
Para encerrar, lembramos o quanto Deus nos ama. E que Ele nos escolheu para a construção do Seu Reino.
Terminamos com a certeza que: "Esse é o nosso ministério. Nós o temos pela misericórdia de Deus, por isso não perdemos a coragem." (2Corintios, 4,1).
Deus continue abençoado e cuidando de todos!
Abraços,
Joelma.

sábado, 26 de março de 2011

COMO PREPARAR UM ENCONTRO DE CATEQUESE?

Quem vai para o mar avia-se em terra! O que é verdade em tudo na vida e também na catequese. Uma catequese bem preparada é mais de metade do sucesso.

Uma história de amor que vem de longe

Recorda-te do sentido da tua missão como catequista. És mais do que um "professor" de catequese. És um enviado. És uma testemunha. És um apaixonado pela causa de Jesus e pelo Jesus da causa. Estás nisto porque já experimentastes que Jesus e a sua mensagem enchem a tua vida de sentido e de alegria. E por isso queres partilhar com outros esta "vida em abundância" que só Jesus dá.

O equipamento

Pessoalmente ou com o grupo que faz catequese contigo preparas a catequese com o material necessário:

- O catecismo e o guia;
- A Bíblia;
- O catecismo da Igreja Católica (para aprofundar e tirar dúvidas).
- O mapa

Recorda os objetivos deste bloco. Recorda o que já se fez.

Recorda as dificuldades e os sucessos das catequeses anteriores.

Lê o guia. Detém-te nos objetivos propostos. O que Têm a ver com a vida dos catequizandos? O que têm a ver com a tua vida? Que aspectos da vida dos catequizandos podem ganhar outro sabor quando eles atingirem estes objetivos?

Lê e medita a introdução à catequese.

Estuda, medita e reza os textos propostos para o anúncio da palavra. Usa as notas e os comentários da tua edição da Bíblia.

Cativa a atenção dos participantes

Qual a proposta que o Guia faz para a experiência humana? Verifica se ela é adequada para a realidade dos teus catequizandos. Haveria uma outra forma mais eficaz de ajudar os catequizandos a atingir os objetivos? Quais os materiais necessários? Eles já estão disponíveis no Centro Paroquial? De quanto tempo prevês necessitar para estas atividades?

Lê as propostas do anúncio da Palavra: Verifica se a linguagem usada é acessível aos catequizandos do teu grupo. Como é feito o anúncio da Palavra? Recordas alguma forma mais criativa e atraente de ajudar o grupo a acolher essa Palavra como Boa Notícia? Quanto tempo vais usar?

Quais as propostas do Guia para a expressão de fé? No caso de haver uma proposta de oração, quais os recursos de que vais precisar? Não esqueças que alguns dos catequizandos podem (ainda) não ter hábitos pessoais de oração. Prepara uma boa ambientação para uma oração autêntica. De quanto tempo vais necessitar?

Soma os tempos necessários e verifica se não excedem o tempo habitualmente disponível para a catequese. No caso de exceder, revê alguma das actividades. É normal que não saibas quanto tempo vais usar numa determinada atividade. Com prática deste exercício vais ficando mais rigoroso(a).

Quem é mais ativo? Tu ou os catequizandos? Na catequese, não deves ser tu que explicas, que mostras ou que ensinas; devem ser eles a aprender, compreender, descobrir. Se isso não acontecer, revê a tua programação de modo a que os catequizandos sejam mais ativos.

A hora da verdade

Prepara os materiais necessários. No caso de ser necessário requisitar algum material ou alguma sala especial (auditório, capela...) ou adquirir algo, fala e reserva com tempo com o responsável do Centro Paroquial que é como tu sabes o Sr. Mascarenhas.

Até ao dia da catequese não te esqueças de ter presente os teus catequizandos na oração. Especialmente os mais "difíceis".

No dia da catequese chega ao Centro Paroquial com tempo. Não te esqueças dos materiais em casa! Arruma a sala(o espaço) e apronta tudo o que for necessário.

Reserva 20 minutos (pelo menos) antes da catequese para encontrar e saudar os catequizandos e os pais.
Assegura um bom acolhimento a todos!!!

A hora da verdade

Logo depois de te despedires dos catequizandos e das suas famílias, avalia a catequese. Verifica se agiste de acordo com o planificado. Assinala os acontecimentos e momentos mais intensos do encontro de catequese. No caso de ter havido falhas e problemas, aceita-os com humildade e fé. Dá graças ao Senhor por mais este momento de anúncio do Evangelho e pede que Ele reforce o teu entusiasmo e criatividade.
Verifica a forma de participar de cada um dos catequizandos. Se algum faltou, tenta saber porquê. O que se pode fazer para que não continue a faltar? Elogiaste algum catequizando que esteja a dar um contributo mais positivo?

Autor: Arménio Rodrigues
http://menorodrigues.blogspot.com

O QUE É CATEQUESE?

quinta-feira, 24 de março de 2011

QUAL BRINQUEDO?

Todo pai deveria saber que os brinquedos não foram feitos só para entreter, principalmente nas primeiras fases da infância. Quando a criança brinca, ela estabelece uma série de construções mentais e aprende muito.
Por isso é importante saber escolher os brinquedos adequados para cada idade, pois só assim a criança terá os estímulos e aprendizados adequados a sua faixa etária.
Conversamos com a pedagoga da rede Pitágoras Renata Gazzinelli, que separou a infância em três ciclos entre 0 e 6 anos. "A partir dessa idade a criança já elaborou mentalmente uma série de construções e que os estímulos específicos não são mais tão necessários", explica a especialista.
No primeiro ciclo (0 a 2 anos), a criança prioriza o instinto. No segundo ciclo (2 a 4 anos) ela já começa a unir esse impulso com os pensamentos, e no terceiro ciclo (4 a 6 anos) a criança já é 100% estratégia, entende, portanto, como agir com base na razão. E os brinquedos devem acompanhar essa lógica.
Renata também alerta para a qualidade dos brinquedos: "É preferível ter poucos brinquedos de ótima qualidade do que muitos, mas ruins", diz. O ideal é dar preferência por brinquedos que não corram o risco de soltar tinta ou quebrarem com facilidade - afinal, se quebrarem em pedaços pequenos, o risco de acidentes é grande.
Vejamos agora quais os brinquedos mais recomendados para cada um dos ciclos e por que investir neles:


De 0 a 2 anos

Nesse período da infância a criança está passando por sua fase de expressão oral, ou seja, de interação com o mundo. A pedagoga afirma que nessa fase a criança deve ganhar brinquedos que agucem essa interação.
Os brinquedos devem proporcionar associações, processo chamado de conflitos cognitivos, que nada mais são do que o reconhecimento de uma ação. É simples. Por exemplo, a criança começa a jogar uma bola no chão e percebe que a bola volta para ela.
Dessa forma, a criança reconhece que toda vez que jogar a bola no chão, ela volta. A partir desse conflito cognitivo acontece a intencionalidade, ou seja, a criança cria a intenção de praticar o ato. No caso da bola, ela começará a jogar a bola no chão com a intenção que a bola volte para ela.
Esse processo é importante para o desenvolvimento da criança, que passa a reconhecer que foi responsável por determinado resultado, afirma Renata. "É por isso que a maioria das crianças nessa faixa etária joga as coisas no chão ou na parede", diz Renata. "Elas se sentem bem interferindo, se sentindo culpadas por tal acontecimento", completa.

Todo pai deveria saber que os brinquedos não foram feitos só para entreter.O que é importante priorizar na escolha do brinquedo: objetos grandes, leves, arredondados, que despertem a atenção de alguma forma (fazendo barulho, com cores diversas, que tenham um formato diferente).
"Os brinquedos devem ser grandes para o bebê não colocá-los na boca e correr o risco de sufocar", aponta Renata. O ideal é que os brinquedos sejam apenas de plástico e não tenham mais que quatro ou cinco cores, pois a criança ainda não está acostumada com "excesso de informação".

De 2 a 4 anos

De acordo com Renata Gazzinelli, nessa fase a criança já consegue se separar do adulto e perceber que é um ser único, portanto, seu repertório cognitivo é ampliado.
E os pais devem acompanhar esse desenvolvimento, oferecendo ao filho um repertório igualmente variado. "Os pais já podem oferecer brinquedos que explorem o intelectual da criança, como quebra-cabeças ou brinquedos de encaixar", diz a pedagoga.
O ideal é que os novos brinquedos sejam uma extensão dos velhos, só que com novos desafios, conta Renata. Se a criança tinha um brinquedo de encaixar com três peças, agora ela pode brincar com um que tenha sete peças em formatos e cores diferentes.
É importante também inserir nas brincadeiras da criança o mundo ao qual ela está acostumada. Um bom exemplo são brinquedos com figuras ou uma temática que ela conheça. Dessa forma, você atribui um contexto ao brinquedo para que a criança possa fazer associações.
Os pais podem, por exemplo, levar a criança ao zoológico e depois comprar um pequeno jogo da memória com alguns dos animais que ela viu lá.

"A partir dos 3 anos já é possível inserir o universo letrado nas brincadeiras, como jogos de completar palavras e juntar letras", afirma Renata. "Nesse caso também é importante relacionar as palavras a coisas do cotidiano", completa. Os pais podem apresentar a figura de um bicho e relacionar a primeira letra com o nome da criança, como "Girafa" e "Gisele".
O que é importante priorizar na escolha do brinquedo: jogos de montar e encaixar, jogos bem simples de memória, com elementos comuns como frutas, animais e brinquedos. As figuras devem fazer sentido para a criança. Brinquedos com uma grande variedade de sons.
Os materiais devem variar: se antes só era recomendado o plástico, agora é possível acrescentar peças de madeira ou poliuretano. As texturas também devem ser diversas, para que a criança reconheça a diferença entre macio, áspero e mole, por exemplo. "O tamanho das peças já pode ser um pouco menor, porém nada que ela ainda possa levar a boca e sufocar", alerta a pedagoga.

De 4 a 6 anos

"Aos quatro anos é como se o mundo da criança se descortinasse pra vida. Ela começa a ter autonomia para tomar decisões e fazer escolhas", afirma Renata.
Diferente da oralidade inicial, onde a criança parecia colocar tudo "para dentro", nessa fase ela expõe tudo o que pensa. Os brinquedos dessa fase da infância devem explorar isso. Nada pode ser óbvio para a criança, que deve encarar grandes desafios.
Os brinquedos de montar, por exemplo, já podem ter peças menores e em maior quantidade, entre 50 e 100. E os jogos de memória podem ser mais complexos.
Os jogos devem despertar a mente da criança, que terá de pensar para interagir com a brincadeira ? invista em jogos de tabuleiro, adivinhas, caça ao tesouro e tudo o que explore a criatividade e o intelectual da criança, que a faça pensar.
Nessa fase você pode propor à criança que ela crie seus próprios jogos, como um quebra-cabeça, um jogo da memória ou montar uma história.
O que é importante priorizar na escolha do brinquedo: a fantasia. "Quando a criança representa um papel, ela constrói a identidade dela como pessoa", diz Renata.
Nessa fase, bons brinquedos são objetos da casa em geral, como calculadoras, óculos, bolsas, embalagens de alimentos, entre outros. Tudo o que possibilite a criança brincar de "gente grande".

Aquecimento global é tema da Campanha da Fraternidade


CNBB


“Contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá-las a participar dos debates e ações que visam enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta”.
Este é o objetivo da Campanha da Fraternidade 2011 (CF), que será aberta, em nível nacional, na Quarta-feira de Cinzas, 9 de março, na sede da CNBB.
Com o tema “Fraternidade e a Vida no Planeta” e o lema “A criação geme em dores de parto”, a CF chama a atenção especialmente para as questões do aquecimento global e das mudanças climáticas.
Motivada pela fé
Segundo o secretário geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa, é a fé que motiva a Igreja a discutir temas como o proposto pela CF-2011. “A fé nos torna específicos numa discussão como essa. A nossa fundamentação é teológica e se baseia no próprio projeto de Deus para com a criação e para com o ser humano”, explica.
Dom Dimas destacou ainda que a ecologia humana é de “suma importância” para as discussões porque trata a vida como um todo e não distingue a vida do planeta da vida dos seres humanos. “A ecologia humana é um tema fundamental trazido pelo Papa João Paulo II e, depois, por Bento XVI. De acordo com o Papa, o centro do universo está na pessoa humana e, muitas vezes, as políticas públicas não levam em conta esses dois pontos, principalmente as pessoas mais vulneráveis, os mais pobres”.
A partir de março, o debate do tema proposto pela Campanha ganha as paróquias, comunidades e os mais diversos espaços.“A temática é uma preocupação social da Igreja que quer despertar as pessoas para a educação ambiental porque, a partir do nosso dia-a-dia, precisamos diminuir o consumo e tomar algumas medidas que impliquem em menos gastos e mais educação para a vida do nosso planeta”, sublinhou o secretário executivo da CF, padre Luiz Carlos Dias.
De acordo com o secretário, os temas sociais apresentados pelas Campanhas da Fraternidade refletem o papel da Igreja junto à sociedade. “A Igreja toma esses temas como reflexão para servir à sociedade, porque implicam em sofrimento, dores, morte. A Igreja, imbuída da missão de evangelizar, procura levar a luz de Deus àquela situação, para que brote a vida no seio da sociedade”, disse o padre.
Objetivos e estratégias
Além do objetivo geral, CF apresenta alguns objetivos específicos como viabilizar meios para formação da consciência ambiental; promover discussões sobre a problemática; mostrar a gravidade e a urgência dos problemas ambientais. Algumas estratégias também são adotadas como mobilizar pessoas, Igrejas e a sociedade para assumirem o protagonismo na construção de alternativas para a superação dos problemas socioambientais; denunciar situações e apontar responsabilidades no que diz respeito aos problemas ambientais decorrentes do aquecimento global.

Coleta da Solidariedade

Um dos gestos concretos propostos pela CF é a Coleta da Solidariedade, que é feita em todas as dioceses do país no Domingo de Ramos e, neste ano, acontecerá no dia dia 17 de abril. Do total arrecadado, as dioceses destinam 40% para o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS). Os outros 60% ficam nas dioceses, formando o Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS), para o atendimento a projetos locais. Os recursos arrecadados na Coleta da Solidariedade são destinados prioritariamente a projetos que atendam os objetivos propostos pela CF-2011. No ano passado, os 40% enviados pelas dioceses para o FNS somaram R$ 3.807.769,55.

quarta-feira, 23 de março de 2011

ORAÇÃO DO CATEQUISTA


Senhor, tu me chamaste a ser catequista na tua Igreja neste imenso Brasil, 
na tua comunidade que também é minha.
Tu me confiaste a missão de anunciar tua Palavra, 
de denunciar o pecado, de testemunhar, pela minha própria vida, os valores do Evangelho.
Recuo diante de teu chamado. 
É pesada, Senhor, a minha própria vida, os valores do Evangelho.
Caminharemos juntos, Senhor, tu, apoiando-me, iluminando-me; 
eu, colocando-me a tua disposição, à disposição da Igreja, 
preparando-me e atualizando-me sempre mais para servir melhor ao teu povo.
Faze-me teu instrumento para que vinha o teu reino, Reino de amor a paz,
de fraternidade e justiça, Reino, onde Deus será tudo em todos.
Amém.

http://www.catequisar.com.br/mensagem/catequista/08.htm